Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Leite quente


A chuva do final da tarde me deixou com uma vontade doida de tomar chocolate quente. Passei no supermercado, comprei um litro de leite e fui pra casa super feliz.
Quando cheguei, vi que tinha acabado o chocolate em pó. Eu nao queria sair de novo nesse frio...
Então resolvi improvisar.
Bati um ovo com uma colher de sopa (bem rasa) de açúcar. Acrescentei uma xícara de leite e uma colher de sopa de farinha. Reguei com licor 43, que é doce e tem um sabor forte de baunilha. Esquentei tudo no microondas.
hmmm....
Nem senti falta do chocolate.

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

nhoque com ragú de costela

Eu sei que dia de comer nhoque na verdade foi ontem. Mas eu não ligo muito para essas datas específicas. Acho que é muito melhor comer Stollen em julho do que no natal, por exemplo.

Então, fiz meu nhoque hoje e pronto.

Eu tinha mais ou menos meio quilo de batatas na geladeira. Descasquei e fervi, com água e sal. Bati levemente um ovo, misturei com as batatas ainda quentes, uma colherinha de manteiga e uma xícara de farinha.
Fiz rolinhos, cortei em pedaços e pronto. É fácil e rápido. Depois é só ferver. Eles estão bons quando sobem na panela.


Para acompanhar, o ragú que eu tinha fiz no domingo:

Eu tinha sobras de costela de um churrasco, e resolvi aproveitar.
Refoguei cebolas na banha (sim, eu uso banha, como mandam as receitas originais, mas quem for meio fresco pode usar qualquer outra gordura) até dourar. Acrescentei os pedaços de costela e dei uma fritada rápida, já que eles eram assados. Joguei um copo de vinho tinto, acrescentei 5 tomates picados, 3 dentes de alho, uma pimentinha vermelha, um pouco de sal e deixei ferver. Ferver, ferver, ferver, juntando água aos pouquinhos só para não secar. Ragú percisa ferver até a carne começar a se desfazer, e os tomates se transformarem num purê. Separei a carne dos ossos, piquei em pedacinhos e fervi mais um pouquinho. Temperei com manjericão fresco e cebolinha, que eram os temperos que eu tinha em casa.
O ragú, assim como outras carnes de panela, ficam melhores no segundo ou terceiro dia. Nem me pergunta porquê, mas é assim.
E nesse friozinho então....
Tava uma delícia.

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

quentão de microondas

nada como um quentão para esquentar essas noites frias.


tu acha que é muito trabalho? que nada. microondas é um ótimo quebra-galho nesse caso.
é só encher uma caneca com vinho, colocar a casca de um limão, cravo e canela em pau e açúcar a gosto. um minuto e meio no microondas e tá pronto.
se quiser ou precisar :P, pode calibrar o quentão com um pouco de cachaça.

é praticamente uma festa junina instantânea. e esquenta que é uma beleza.

Terça-feira, 12 de Maio de 2009

cookies apaixonados

Faz tempo que estou me ensaiando para fazer cookies. Já passei meses com um livro de receitas da minha prima. Já ganhei receitas de várias amigas. Como eu não sou lá muito fã de doces, fui empurrando a experiência. Mas a previsão de frio e chuva deixou o dia próprio para umas bolachinhas no café da tarde.
A Myrna tinha me passado uma receita de cookies com damasco, da Giana eu tinha uma receita com chips de chocolate. Como eu não tinha todos os ingredientes em casa, adaptei.
E a minha receita virou isso:

1 pacote de manteiga
1 xícara de açúcar mascavo
1 ovo
1 pacotinho de açúcar baunilha
1 xícara e meia de farinha de trigo
1 xícara e meia de aveia
1 boa pitada de sal
1 xícara de damascos picados (eu fiz a metade com balas de goma em forma de coração picadas)
100 gramas de chocolate amargo picadinho (eu usei 70% cacau)
cravo, canela e noz moscada em pó para temperar

Bater a manteiga com o açúcar, até que vire um creme homogêneo. Acrescentar o ovo e bater por 3 minutos mais ou menos. Se fizer mais receitas, acrescente os ovos uma a um, batendo bem cada um deles.
Junte a farinha com uma colher, e mexa suavemente até que ela esteja incorporada. Depois, acrescente os ingredientes secos.
Misture tudo.
Coloque colheradas de massa numa assadeira untada, cuidando para deixar bastante espaço entre elas, pois a massa se espalha bastante. (Nos cookies de bala de goma, coloquei um coração encima de cada um para enfeitar.)
Aqueça o forno a 200°, e asse por 20 minutos. Eles saem moles do forno, aguarde alguns minutos para desenformar. Conserve em um vidro ou pote bem fechado.

Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Papas picantes

Pra comemorar a vitória do Grêmio ontem, resolvi me aventurar na culinária peruana. A culinária peruana é super rica, mas o que a maioria das pessoas conhece é o ceviche. O Peru deve ser o país que mais produz variedades de batata, e ela está presente em grande parte dos pratos típicos. Como eu estava sozinha, e essa é a melhor oportunidade para fazer experiências, já que se não der certo ninguém precisa passar pelo constrangimento de comer experiências mal sucedidas, resolvi experimentar.

Eu optei por um picante de papas, que eu encontrei em várias versões, peguei um pouco de cada receita, diminuí tudo para o que eu pensei ser uma porção única e aqui vai:

Fervi 2 batatas em água e sal, descasquei e cortei em fatias grossas,
Rasquei meio cacetinho (p
ão francês) em pedaços pequenos e deixei amolecer no leite, junto com meia pimenta sem sementes bem picadinha.
Piquei meia cebola e um dente de alho, joguei no óleo quente e deixei dourar.
Acrescentei o p
ão molhado, reguei com leite e deixei ferver, mexendo sempre e desfazendo os grumos do pão, até virar um creme grosso. Juntei as batatas, misturei e pronto.

Pra acompanhar, fiz uma adaptação de lomo salteado, que nada mais é do que pedaços de filé refogados. Refoguei primeiro cebola e alho, juntei a carne, os tomates e pimentões picados, pimenta, reguei com um fio de vinagre de vinho tinto e acrescentei o coentro no final.

Na montagem do prato, se coloca as batatas por baixo, e cobre com a carne.

Ficou tão bom que me deu vontade de comemorar a vitória no Peru durante a semana inteira. hehe. E é tão fácil que dá pra chamar convidados cobaias até para a primeira vez.

Algumas receitas sugerem que se coloque as papas picantes no forno, junto com alguns ovos cozidos ou pedaços de queijo. É o que eu vou fazer com o que sobrou.

Sobre a quantidade. Claro que depende do tamanho da fome e das batatas. Mas uma média de uma batata e meia a duas batatas por pessoa acho que é uma boa medida.

Se quiser uma bebida tradicional para acompanhar, faça um pisco sour.

Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Pão de banana

Eu tinha uma banana bem madura, quase passada, em casa. E já tinha comprado novas, que pareciam bem mais apetitosas. Na hora de fazer pão, lembrei do bolo de banana da sil pensei que a banana poderia substituir o pirão de milho que eu sempre coloco pra deixar o pão molhado.

Uma banana bem madura amassada
Uma xícara de farinha de trigo
Uma xícara de farinha de centeio integral
Uma xícara de aveia
Duas colheres de mel
Um pacote de fermento biológico seco
Uma pitada se sal
Uma xícara de leite morno
Uma mão cheia de passas

Amassei tudo, a massa fica grudenta e molhada. Coloquei nas formas, espalhei aveia e linhaça dourada por cima e deixei crescer até dobrar de tamanho.

Eu pré aqueço o forno no máximo. Coloco o pão por alguns minutos no forno bem quente, e depois baixo o fogo para uns 180° - 200° mais ou menos, por quase uma hora. O leite deixa o pão bem macio. A banana deixa ele fofinho. As passas e o mel dão um leve toque adocicado.

Com queijo ficou super bom. Mas a melhor combinação pra mim foi com nutella. Com um café preto.... ah, uma delícia!!

A quantidade de massa dá dois pães pequenos. Eu faço pouquinho por que minhas formas são pequenas (elas medem 9 X 17 cm), e porque prefiro fazer mais vezes para ter pão fresco com mais frequência e adoro cheirinho de pão pela casa. Se tuas formas forem maiores, é só multiplicar a receita.

Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Faça em casa!

Todo mundo sabe como se faz massa na teoria. Mas quase ninguém se anima a fazer em casa. Esse post é mais pra dizer que vale muito a pena fazer do que pra passar a receita.

É so misturar ovos e farinha. Eu pego um pouco de farinha, coloco os ovos no centro, amasso e vou incorporando farinha até que a massa esteja pronta para abrir. Depende do tamanho dos ovos, mas dá uns 100 gramas de farinha por ovo.
Para abrir a massa, eu espalho muita farinha no balcão. Abro, espalho farinha sobre a massa aberta, enrolo como se fosse um rocambole e corto em fatias. Daí é só desenrolar e tá pronto.


Depois o processo é o de sempre. Jogar na água fervendo, acrescentar sal, esperar que fique al dente e servir com o molho que quiser. Na verdade ela fica tão saborosa que até sem molho fica bom.

Eu fiz a minha com brócolis. Refoguei cebola e alho, acrescentei brócolis picado, queijo fresco e nata. Sal e pimenta e pronto.

A receita diz um ovo por pessoa, mas por experiência eu sempre faço alguns ovos a mais, por que todo mundo acaba comendo um pouquinho além da conta.

Dá até pra fazer pra uma pessoa só. Aliás, o grande trabalho da massa está em abrir. Então, quanto menos quantidade, menos trabalho.

Com ovos de colônia, a massa fica ainda mais amarela e mais saborosa.

Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Barrinhas de cereais

Eu tenho um amigo que tem uma padaria. E faz as melhores barrinhas de cereais do universo. É meio óbvio que a rceita seja guardada a sete chaves. Já testei zilhões de receitas encontradas pelos blogues desse vasto universo que é a internet mas nunca cheguei nem perto. Ontem, testando mais uma dessas receitas, resolvi mudar tudo, largar a receita e experimentar. Lembrei da receita de estrelinhas de canela, e veio a luz.
Usei como ingredientes os que tinha em casa (mais ou menos os mesmos do pão e da granola salgada). Da próxima vez vou experimentar com passas e amêndoas.

Claro que não ficou igual à do meu amigo, mas ficou bem parecida com o que eu queria.
2 xícaras de aveia
1/2 xícara de farinha de trigo integral
1/2 xícara linhaça
1/2 xícara de gergelim
1/2 xícara farelo de castanha de cajú
1/2 xícara nozes picadas em pedaços grandes
1/2 xícara de semente de girassol
1/2 xícara de avelãs
Um pacote de açúcar baunilha
Uma pitada de sal
50 gramas de manteiga, derretida junto com
1/2 xícara de mel
2 gemas
2 claras batidas em neve com
três colheres de açúcar.


Misturei todos os ingredientes secos, depois coloquei o mel e a manteiga (derretidos juntos), as gemas e no final misturei tudo com as claras em neve.
Pré aqueci o forno a 200° e assei por 50 minutos. O tempo de forno é à gosto. Depois que elas estiverem marrons por cima já dá pra tirar. Quanto mais tempo de forno, mais duras elas ficam.




O bom dessas barrinhas é que elas são totalmente compostas de cereais integrais, são super nutritivas, devem ter as fibras necessárias pro dia inteiro e realmente alimentam.
Sério, uma dessas deve valer por uma refeição.

Terça-feira, 31 de Março de 2009

como tirar esparadrapos grudentos


Fazer curativo é um saco.
Primeiro, porque curativo sempre tapa algum ferimento, coisa que já é ruim na sua origem.
Segundo, que esparadrapo gruda, e precisa grudar pra segurar. Mas não solta na hora que a gente quer, puxa pelinhos, belisca, e ainda deixa restos de cola na pele. E essa cola fica escura e nojenta.

Pelo menos pra cola tem uma solução. Óleo.
Eu usei óleo de bebê por que tinha em casa, mas qualquer outro óleo faz o mesmo efeito. Pode ser óleo mineral, óleo de amêndoas e até azeite de oliva, se for o caso. É só embeber um algodão e passar por cima da cola. Sai rapidinho.


Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Tacos Mexicanos


Ontem fiz tacos mexicanos em uma jantinha lá em casa.

As massinhas eu tinha comprado prontas, pois já tentei fazer em casa e é impossível, e olha que eu sou teimosa!!

O recheio eu fiz com uma carne de panela (machaca em "mexicanês"). Refoguei cebola e alho, selei a carne, adicionei uns quatro tomates e um pimentão picadinhos, uma latinha pequena de extrato de tomate e muito cominho, pra dar o gostinho da comida do México. Claro, temperei com um pouco de pimenta e sal. Deixei cozinhar na panela de pressão por uma hora, pra ela se desmanchar bem.

Com a carne desfiada, recheei os tacos, coloquei ainda tomate, alface, sour cream e cheddar.

Delícia!!

Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Frutas da época



As peras na verdade são originais da ásia, se adaptaram muito bem ao clima temperado daqui do sul do Brasil. São ricas em fibras, vitaminas (A, B e C) e minerais (sódio, potássio, ferro, magnésio e cálcio).

Mas toda essa saga das pêras se deve ao outono, e o fato de ser época de colhê-las.
Se fala muito em comida sazonal. Na verdade é como se comia até há pouco tempo atrás, e agora virou moda.
Reconhecer frutas e verduras da época normalmente é fácil. É o que está mais barato e é oferecido em maiores quantidades. E comer frutas e verduras da época é garantia de comer frutas e legumes frescos, geralmente mais tenros e saborosos.
Agora é época de berinjela, de caqui, abacate, figo, chuchu, goiaba e já está começando a ter carambola. E estamos em plena safra de camarões. É só passar na feira pra saber que é época de peras e maçãs. Quando eu era criança, no outono ainda se fazia tachos enormes de compotas, purês e geléias, que eram guardadas em vidros de conserva e saboreadas depois, durante todo o ano.
Por isso, toda essa saga das peras me trouxe muitas boas recordações.

Terça-feira, 24 de Março de 2009

Torta de frutas

Minha mãe é diabética. Minha prima e um dos meus melhores amigos também. E o pai do meu amigo de infância. Quem tem conhecidos com restrições alimentares sabe como é difícil encontrar receitas boas para eles.Tem poucas coisas que realmente dão certo. Essa torta de frutas sempre funciona. As frutas podem variar de acordo com a estação. Ameixas, pêssegos, nectarinas e maçãs ficam uma delícia.


Há algum tempo eu li que a pêra é a representação do masculino, enquanto a maçã representa o feminino. Na minha torta resolvi promover o casamento dos dois, e colocá-los bem juntinhos.

Para a massa são
100 gramas de manteiga (é melhor se ela estiver fora da geladeira, meio mole. dá pra colocar alguns segundos no microondas também),
200 gramas de farinha de trigo,
um ovo,
uma pitada se sal e
uma colher de sopa não muito cheia de adoçante culinário.
Misturar, amassar e espalhar no fundo e nas laterais de uma assadeira untada. Fica uma camada bem fininha.

Por cima da massa, se espalha as frutas cortadas em fatias. Eu usei duas maçãs e duas pêras.

Para o creme, se mistura
250 gramas de nata com
2 gemas de ovo
2 colheres de sopa de adoçante culinário
2 colheres de sopa rasas de amido de milho.
Esse creme é espalhado por cima das frutas. Não precisa te preocupar muito em preencher todos os espaços, ele derrete e faz isso sozinho.
O forno é pré-aquecido em 180°, se assa por 45 - 50 minutos.


Se quiser fazer a torta normal, é só substituir o adoçante por açúcar.

Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Geléia é coisa pra iniciados?

Bom. Já que eu tava inspirada com as recordações de infância, e imbuída de um espírito anti-desperdício, resolvi aproveitar as cascas das pêras e aprender a fazer geléia.

Claro, com a devida supervisão da senhora minha mãe, já que geléia é difícil de encontrar o ponto e eu nunca tinha feito. Primeiro, fervi as cascas e os grãos em água (pouca água, só o suficiente para cobrir) até ter um caldo. Fervi por bastante tempo, acho que meia hora, até que os pedaços de pêra começassem a se desfazer. Tirei os pedaços da fruta com uma escumadeira e coloquei açúcar. Pela receita, se coloca partes iguais de açúcar e de suco, mas eu prefiro a medida de 2 partes de fruta para uma de açúcar. Claro, tudo meio a olho.

Bom. Instruções da minha mãe: agora é só deixar ferver, até que espume bastante. Tu vai ver, vai ficar uma camada inteira de espuma por cima. Daí tu faz o teste, coloca uma colherinha da geléia num prato e coloca no freezer pra ver se tá no ponto.
E bem nessa hora ela saiu pra atender o funileiro que veio consertar o portão. Eu fiz o teste, claro. Achei que ainda não tava bom. Fiz outro teste, fiquei na dúvida, chamei ela e nisso a geléia já desgrudava do fundo da panela.

Resumo: Fiz balas de pêra.



Elas ficam lindas, parecem pedrinhas de âmbar. Ficam deliciosas também. Mas são muito puxentas e difíceis de comer.
Se bobear, te arrancam um dente.

Não vale a pena.


...


Bueno.
Quem me conhece sabe que eu sou teimosa. Não ia me dar por vencida pela geléia de pêra e resolvi tentar de novo. Claro, eu tinha que usar as pêras para alguma coisa.

Então fiz um bolo para minha mãe. E tcharããm, peguei as cascas pra mim. Usei maçãs e pêras, meio a meio. Fervi para fazer o caldo, acrescentei o açúcar, tudo do mesmo jeito. Quando começou a se formar a tal espuma grossa por cima de toda a panela, desliguei o fogo e coloquei a geléia nos vidros, sem teste sem nada. Ela parecia muito mole.






Mesmo fria, parecia mole. Pensei que ia ter que ferver mais um pouco, mas deixei lá por pura preguiça e frustração.
No dia seguinte, adivinha? Ela estava perfeita.
Então o ponto da geléia é esse: espuma sobre toda a superfície. Pra mim levou exatos 23 minutos.

Ah. O bom da geléia é que não precisa mexer. É só deixar no fogo que ela se faz sozinha.





Dica: Dá pra aproveitar cascas de abacaxi e fazer a mesma coisa.

Dica 2: Pra reaproveitar as balas, ou a geléia que tenha passado do ponto, é só juntar ao suco com açúcar depois que a mistura ferver. Elas derretem novamente, e junto com o suco podem ser reaproveitadas.

Dica 3: Se ferver por menos tempo, se aproveita as cascas para fazer suco.

Domingo, 22 de Março de 2009

Pêras em calda

Pêras ou goiabas em calda eram a sobremesa típica dos almoços de família no sítio dos meus avós. Resolvi aproveitar o final de semana na casa dos meus pais pra matar saudades gustativas. Ainda mais porque tá bem na época das pêras, e tinha um cesto cheio na cozinha.
Descasquei e tirei os grãos de 4 pêras grandes, mas dá pra fazer com uma só, ou quantas couberem na panela. Tem que ser aquela pêra dura e granulosa, oficialmente chamada pêra williams, mas que na colônia é conhecida como Holzbirne, ou pêra de madeira.

Cortei em fatias, coloquei numa panela com água suficiente para cobrir, e 4 colheres de açúcar. Acho que é uma boa medida essa, uma colher de açúcar por pêra. Se quiser temperar, pode acrescentar canela, cravo, cardamomo, baunilha, anis estrelado ou o que tiver vontade. Daí é só ferver até que as pêras amoleaçam. Teste com um garfo, leva uns 20 minutos mais ou menos.




Ah, e tem um sabor de domingo ensolarado...
em tempo: alguém sabe me dizer se caiu o acento da pêra?

Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Massa com berinjela

Uma berinjela é enorme se o almoço for para uma pessoa só. Mas planejando bem, sempre tem um jeito de aproveitar os restos:

Eu refoguei uma cebola e dois dentes de alho, acrescentei a berinjela e meio pimentão vermelho em cubinhos. Temperei com sal e pimenta.

Separei um vidro inteiro para fazer caponata, acrescentando azeite de oliva.

A outra parte foi meu almoço. Misturei com massa e cubos de queijo fresco. Ficou uma delícia, na medida certa e sem restos.